Pune-me, bate-me, chicoteia-ma!
Xinga-me, chuta-me, dilacera-me!
Implora-me por um urro, por um suspiro de dor
Tu não me conheces
Tu não sabes quem sou ou o que já passei
Tu não sabes que quando a alma já foi assassinada
O vivo corpo nada mais sente
Já obtiveste meu amor
Meus sonhos e minha vida
Por seres suavemente letal
Tu, ó amante cruel
Permaneces vivo em minha memória
Contudo, de mim, obténs somente
O sarcástico sorriso e o desprezo
Por seres desumanamente um ser humano
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
domingo, 28 de março de 2010
Entre Minhas Mãos
Nada para dizer
Nada para fazer
Durante dias inteiros eu perco meu tempo
O que estou esperando?
Pelo melhor, pelo pior?
Decidi partir, mudar de ares, me satisfazer
Eu, que sempre sonhei de olhos abertos
Resolvi traçar minhas fronteiras
Entre minhas mãos está o futuro
Estão todos os tesouros
Estão todos os segredos de meu destino
Entre minhas mãos estão os traços de meu caminho
O melhor me espera
Porque agora, minha vida está em minhas mãos
Original: Entre Mes Mains - Marie Mai
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